Autores do Blog

Os autores deste Blog são PCNPs das Diretorias de Ensino do Estado de São Paulo, da Área de Ciências da Natureza: Alexandre Binelli Del Grande (Campinas Leste), Camila Bernardi Novaes (Ribeirão Preto), Cláudio Aparecido dos Santos (São José do Campos), Ediana Barp (São Paulo - Norte 2), Maria Aparecida Temple da Silva (São Paulo - Leste 4), Miriam Cristina Borroti Rodrigues (Rio Claro) e Xenia Aparecida Sabino (São Paulo - Leste 5).

Diversas Situações de Aprendizagens

Situação de Aprendizagem Norte 2



Tema Ciência e Tecnologia-tecnologia e sociedade
6º ano (2º bimestre) e 9º ano ( 1º e 4º bimestre)

Aula 1
Inicialmente todos os alunos farão parte de uma roda de conversa sobre o tópico proposto: radioatividade. Nesta roda de conversa o professor procura investigar o que aluno sabe sobre o tópico estudado, através de questionamentos do tipo: onde aparecem os fenômenos relacionados à radioatividade e o que vem a ser esse fenômeno? a radiatividade é uma coisa boa ou ruim? quem descobriu a radioatividade? (cremos que 20 minutos são suficientes para que todos os alunos que assim desejarem, exponham suas idéias)
Após essa roda de conversa o professor deverá propor a leitura do texto: “Como Becquerel não descobriu a radioatividade” de Roberto de Andrade Martins. para isso cremos que 15 minutos são suficientes para que os alunos completem a leitura, pois se trata de um texto relativamente longo. a leitura do texto pode ser feita individualmente, em grupos, compartilhada, enfim, muitas são as técnicas de leitura ( neste caso deixamos a critério do professor).
Lição de casa
Para complementar a leitura você pode sugerir que os alunos façam uma pesquisa no site do prêmio nobel sobre as biografias de Becquerel, Marie e Pierre Currie e tragam para a próxima aula onde você pode reservar um pequeno tempo da aula para que eles comentem o que pesquisaram. endereço eletrônico: http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/1903/
obs: o site utiliza o inglês como idioma, mas é possível optar pela tradução da página no seu navegador.
Aula 2
 Após a leitura integral do texto na aula anterior sugerimos outra roda de conversa de mais 20 minutos, entretanto esta roda de conversa seguirá o seguinte roteiro[1]:
Questões: (marques, 2010)
 1. O que mudou no seu conceito no que diz respeito à radioatividade?
2. Pode-se relacionar a luminosidade dos ponteiros de um relógio a algum dos fenômenos descritos no texto?
3. O que significa a radioatividade ser um fenômeno atômico?
4. O que você entende ao ler que um radioisótopo é mais ativo que outro?
5. O casal Curie estudando a plechblenda que é um minério de urânio desconfiaram da existência de outro elemento radioativo nesta. por quê?
Estas perguntas vão servir de subsídios para que o professor trabalhe com os alunos digamos os aspectos mais relativos ao conteúdo químico, onde ele pode explorar o texto e construir com alunos o conceito de radioatividade.

Aula 3

Novamente iniciaremos a aula com uma roda de conversa também guiada por outro roteiro:
1- Após a publicação dos trabalhos de Becquerel, outros cientistas começaram a pesquisar o mesmo fenômeno, estes cientistas obtiveram os mesmos resultados de Becquerel?
2- O volume de trabalhos sobre o assunto naquele período era muito grande. dessa forma, a quem poderíamos atribuir a descoberta da radioatividade?
3- Qual a importância histórica do “fracasso” de Becquerel?
4- Podemos dizer que Marie Currie fez um trabalho completamente diferente das pesquisas de Becquerel? Por que ela obteve sucesso ao contrário de Becquerel?

Estas perguntas vão servir de subsídios para que o professor trabalhe com os alunos os aspectos relativos as concepções sobre a ciência em si, onde ele pode explorar o texto e trabalhar com alunos algumas concepções sobre a ciência e o método científico, a fim de desmistificar a ciência como sendo para poucos ou para gênios ou superdotados.

Avaliação
Auto-  avaliação- O que eu não sabia?
O que esperamos:
Cremos que os próprios relatos dos alunos nas rodas de conversa nos servem como base para verificar se os objetivos em cada aula foram ou não atingidos. Com a leitura dos artigos propostos e as rodas de conversa, os estudantes puderam concluir, o quão difícil é analisar um fenômeno observado, principalmente quando no caso deste fenômeno, relatado no texto trabalhado “como Becquerel não descobriu a radioatividade”, o resultado esperado se mostrou diferente da proposição teórica.




[1] Este conjunto de questões foi extraído de outra proposta didática de Giovana T. Pinto e Deividi M. Marques, pois julgamos as perguntas extremamente pertinentes e que vão de encontro ao propósito deste trabalho.





Situação de Aprendizagem das DEs Caieiras e Campinas Leste


Eixo Temático:
Vida e Ambiente

Subtema:
Relações com o Ambiente

Conteúdos a serem trabalhados:
·         Olfato
·         Paladar
·         Tato

Tempo previsto: 3 aulas

Competências:
1.    Observar
2.    Interpretar
3.    Registrar dados experimentais

Habilidades:

Identificar e explicar os mecanismos básicos pelos quais os cheiros são percebidos e os gostos são sentidos e as sensações táteis são percebidas, com base em procedimentos experimentais.

Estratégias adotas:

      Atividade experimental;
      Produção de relatos;
      Discussão dirigida;
      Aula expositivo-dialogada;
      Leitura e interpretação de imagens e textos.

Recursos didáticos:
      Substâncias variadas (café, limão, açúcar, sal, entre outras)
      Livro didático e caderno do aluno
      Atlas do corpo humano
      Lousa

Roteiro das aulas:

1ª ETAPA: SENSIBILIZAÇÃO
      Atividade experimental,
     divisão da sala em pequenos grupos,
     cada grupo receberá um kit com substâncias (canela, café, limão, perfume, etc),
     um dos alunos ficará com os olhos vendados e tentará identificar seus colegas de grupo por meio da relação com as substâncias que foram destinadas a cada um deles, sendo que eles estarão no meio de outros alunos com substâncias diferentes.
OBS.: O professor pedirá aos alunos que façam registros das observações.


2ª ETAPA:
      Nesta atividade os alunos de olhos vendados representavam um deficiente visual e sua relação com o ambiente. Assim, através desta atividade descreva o que o grupo compreendeu a respeito das relações estabelecidas entre os sentidos e o ambiente.
     Discussão dos resultados.

3ª ETAPA: AULA EXPOSITIVO-DIALOGADA SOBRE OS CONTEÚDOS DA TEMÁTICA.

     O professor usará um texto de caráter científico para embasamento da aula, utilizando-se da leitura compartilhada horizontal (em cada trecho a interação professor/aluno).

Atividades Avaliativas:

      Participação dos alunos durante o experimento;
      Relato e registros dos alunos;
      Interação dos alunos;
      Elaboração de um texto.

Atividade de Recuperação:
      O professor sistematizará os conceitos trabalhados  visando recuperar as habilidades não contempladas através do mapa conceitual.


      Também entregará para os alunos imagens que ilustrem o funcionamento dos 5 sentidos para que eles associem ao mapa conceitual.



Situação de Aprendizagem DE Ribeirão Preto



Habilidade: Identificar e explicar os processos de reflexão e absorção da luz na superfície do organismo humano e a ação da melanina na proteção das células da pele. 


  • Problematização (desafio) • Ao se expor ao sol, sem proteção, uma pessoa de pele negra está mais protegida em relação a uma pessoa de pele clara? Por quê? 


  • Sondagem • O que difere uma pele negra de uma branca? • Num dia de muito sol você usaria uma camiseta preta ou uma branca? Por quê? • Uma pessoa de camiseta negra pode ser comparada a uma pessoa de pele negra? Busca de dados de forma diversificada -


  •  Experimentação • Experimento para identificar que superfícies negra ou branca, absorvem quantidades de energia diferentes. 


  • Contextualização Leitura do Texto: Melanina http://www.infoescola.com/bioquimica/melanina/


  • Identificar as palavras desconhecidas e procurar seu significado no dicionário.

Situação de Aprendizagem da DE Rio Claro


Situação de Aprendizagem 5º série/ 6ºano – volume 1

Planeta Terra: história e forma

Esta situação de aprendizagem tem como objetivo fazer com que o aluno reconheça o formato da Terra através de um percurso histórico e científico.


 Roteiro da situação de aprendizagem
Atividade 1: Representações do planeta Terra
Inicie a atividade levando até a sala de aula uma imagem do planeta Terra e questionando:
O que é observado nessa imagem? Qual a forma da Terra?
Quais as cores de destaque da Terra?
A Terra está parada?
Como você acha que ela fica no espaço?
Como vocês acham que essa fotografia foi tirada?

Figura 1:Disponível em: jnettropical.blogspot.com.br. Acesso em: 13/08/2013
Atividade 2: Problematização e contextualização
Pergunte aos seus alunos: Você acha que os homens sempre acreditaram que a Terra é redonda?

Faça a leitura compartilhada com os seus alunos dos próximos textos.

Eratóstenes e a circunferência da Terra

Eratóstenes viveu no Egito entre os anos 276 e 194 antes de cristo. Ele era bibliotecário-chefe da famosa Biblioteca de Alexandria, e foi lá que encontrou, num velho papiro, indicações de que ao meio-dia de cada 21 de junho na cidade de Assuã (ou Syene, no grego antigo) 800 km ao sul de Alexandria, uma vareta fincada verticalmente no solo não produzia sombra.

Cultura inútil, diriam alguns. Não para um homem observador como Eratóstenes. Ele percebeu que o mesmo fenômeno não ocorria no mesmo dia e horário em Alexandria e pensou:
Se o mundo é plano como uma mesa, então as sombras das varetas têm
de ser iguais. Se isto não acontece é porque a Terra deve ser curva!
Mais do que isso. Quanto mais curva fosse a superfície da Terra, maior seria a diferença no comprimento das sombras. O Sol deveria estar tão longe que seus raios de luz chegam à Terra paralelos.

Varetas fincadas verticalmente no chão em lugares diferentes lançariam sombras de comprimentos distintos. Eratóstenes decidiu fazer um experimento. Ele mediu o comprimento da sombra em Alexandria ao meio-dia de 21 de junho, quando a vareta em Assuã não produzia sombra. Assim obteve o ângulo A, conforme a figura abaixo.
Eratóstenes mediu A=7° (aproximadamente). Se as varetas estão na vertical, dá para imaginar que se fossem longas o bastante iriam se encontrar no centro da Terra. Preste atenção na figura acima. O ângulo B terá o mesmo valor que A, pois o desenho de Eratóstenes se reduz a uma geometria muito simples: se duas retas paralelas interceptam uma reta transversal, então os ângulos correspondentes são iguais.
As retas paralelas são os raios de luz do Sol e a reta transversal é a que passa pelo centro da Terra e pela vareta em Alexandria. O ângulo B(também igual a 7°), é a uma fração conhecida da circunferência da Terra e corresponde à distância entre Assuã e Alexandria!

Eratóstenes sabia que essa distância valia cerca de 800 km e então pensou: 7° http://www.zenite.nu/figs/f08/aprox.gif 1/50 da circunferência (360°) e isso corresponde a cerca de 800 km.

Oitocentos quilômetros vezes cinqüenta são quarenta mil quilômetros, de modo que deve ser este o valor da circunferência da Terra.

Referência: COSTA, J. Como medir distâncias no espaço: Eratóstenes e a circunferência da Terra. Disponível em: http://www.zenite.nu/. Acesso em: 13/08/2013.

O mundo não é chato

Valor encontrado atualmente: cerca de 40.072 km ao longo da linha do equador. Um erro muito pequeno para uma medida tão simples, e feita há tanto tempo! Com a circunferência, podemos calcular o diâmetro e o raio ou ainda o volume e a área da superfície, através de fórmulas simples.

Repare que o conhecimento utilizado por Eratóstenes (retas paralelas cortadas por uma transversal) é formalmente adquirido hoje nas aulas de geometria do ensino fundamental.

Fica a sugestão para a realização dessa experiência fantástica entre escolas de lugares distantes. Com as facilidades de comunicação de hoje fica ainda mais fácil sentir o prazer de usar um raciocínio tão simples e elegante para obter uma medida tão preciosa.

A Terra é redonda
Como se sabe que a Terra é redonda. Esta informação é muito útil, ajuda explicar vários fenômenos que observamos no nosso dia a dia, tais como o nosso clima ou o sol ficar vermelho ao se por.
Uma das grandes descobertas da humanidade foi perceber que a Terra é redonda. Mais interessante ainda é que isto foi feito numa época onda não havia aviões ou satélites artificiais nem máquinas fotográfica.  Hoje, com a ajuda destas invenções, é possível tirar fotos da Terra de lugares muito distantes, enviá-las de volta para nós. Por isto, hoje para perceber que a Terra é redonda basta olhar uma foto. No fim do texto há uma foto da Terra tirada pela tripulação da Apolo 17. Vendo esta foto será que alguém fica com dúvida que a Terra é redonda?
Por isso hoje é fácil perceber que a Terra é redonda, uma bola, mas antes destas fotos era muito mais difícil chegar a esta conclusão. Quando você olha para a Terra da sua casa, da sua escola, da rua você consegue perceber que ela é redonda? Isto é muito difícil porque comparados a Terra nós somos muito pequenos.
Quando e como se suspeitou que a Terra fosse redonda? Pelo que nós sabemos hoje um grego chamado Pitágoras, que viveu à 2500 atrás, concluiu que a Terra era redonda. Ele chegou a esta conclusão por causa da localização das estrelas em diversos locais da Terra e também por causa da maneira como os navios aparecem ou desaparecem no horizonte ao chegarem num porto. Este último argumento de Pitágoras é o mais fácil de entender, vamos apresentá-lo.
Se você estiver num porto e observar a chegada de navio verá que primeiro aparece as partes superiores o mastro ou a chaminé e por fim o casco.  Se você olhar a saída do navio verá que desaparece primeiro o casco e depois o mastro ou a chaminé. Isto só é consistente com o fato da Terra ser redonda. Se Terra fosse plana aconteceria outra coisa, semelhante a chegada ou a saída de um avião de um aeroporto. No alto, todo o avião é pequeno mas, na medida em ele que desce tudo aumenta, as asas, a fuselagem, as turbinas e as janelinhas. Quando você observa um avião no aeroporto ele é bem grande.
Saber que a Terra é redonda foi importante para a navegação. Este conhecimento motivou a viagem de Cristovão Colombo que chegou as Américas ao tentar atingir as Índias por outro caminho. Antes dele Vasco da Gama, navegador português, tinha descoberto um caminho para as Índias indo pela África. Pegue o globo terrestre e veja as diferenças entre os dois caminhos para a Índia, um pela África e outro pelas Américas.

Anos atrás era preciso muita imaginação para perceber que a Terra era redonda. Hoje, com as fotos tiradas pelos satélites ou pelos astronautas, nós podemos perceber este fato de uma forma muita mais simples, basta olhar. Se você mora perto do mar ou se for para a praia aproveite e observe um barco chegar ou sair da praia. Com esta observação você poderá comprovar o argumento de Pitágoras
Referência: Paixão, W. A Terra é redonda.Disponível em:http://imre.ifi.unicamp.br/textos/alunos/17-a-terra-e-redonda. Acesso em:13/08/2013.
Vídeo: Se a Terra é redonda, porque as pessoas que vivem na parte de baixo não caem: Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=OP4ahiqtrNk. Acesso em: 13/08/2013.
Atividade 3: Apresente aos alunos o globo terrestre. Discuta as hipóteses elaboradas por eles sobre o formato da Terra e os fatos científicos. Produção de texto sobre as representações da Terra.
Atividade 4 Avaliação :as respostas dadas para as questões da interpretação da imagem, participação e inferências durante a leitura compartilhada dos textos, produção de texto coletivo sobre as representações da terra.
Atividade 5: Recuperação: as habilidades e competências não desenvolvidas, pelos alunos serão novamente trabalhadas com outras estratégias -apresentação do globo terrestre de mesa, apresentação do vídeo http://www.youtube.com/watch?v=T57cDhN4BoU da Turma da Mônica, como salvar o Planeta Terra. Construção de um texto coletivo sobre as representação da terra.




Situação de Aprendizagem da DE São José dos Campos


Ciência e Tecnologia: Constituição, interações e transformações dos materiais.
9º ano: 1º bimestre.

Todas as habilidades estão relacionadas com a competência leitora e escritora. Algumas, percebemos que são mais explícitas com relação à essas competências (como descrever, por exemplo), porém, para o desenvolvimento das habilidades do bimestre, em algum momento há necessidade do aluno identificar, reconhecer, associar, comparar, determinar etc; ações que mobilizam as competências leitora e escritora dos estudantes.

Oficina 2 – Construção da Aprendizagem
Problematização:  Afunda ou não afunda?
Habilidades:
·         Medir volumes de sólidos e determinar as densidades de substâncias e misturas;
·         Determinar densidades de misturas e substâncias químicas sólidas.

Oficina 3: Situação de Aprendizagem
Tempo esperado: 8 aulas.
Tema: Ciência e Tecnologia – Constituição, Interações Transformações dos Materiais.
Conteúdo: Visão Macroscópica e Fenomenológica dos Materiais.
Estratégias: Problematização por meio de experimentos relacionados à densidade e volume dos materiais; levantamento de hipóteses; registro por meio de tabela; leitura de texto de divulgação científica; produção textual sobre os espécies introduzidas pela água de lastro.
Recursos: copo plástico, água, materiais escolares do cotidiano de diferentes densidades, sala de informática.
A atividade será realizada em grupo.
1)      Problematização: Afunda ou não afunda?
2)      Levantamento de hipótese e dos conhecimentos prévios;
3)      Construção de uma tabela pelo grupo relacionando materiais, descrição desses materiais, hipóteses e justificativas;
4)      Socialização, registro do professor;
5)      Experimento do primeiro objeto do grupo;
6)      Comparar com a hipótese levantada;
7)      Nas hipóteses, confirmadas ou não (além dos conhecimentos prévios levantados anteriormente), o professor trabalha o conceito de densidade;
8)       Experimento: medir o volume dos materiais utilizados e determinar a densidade;
9)      Problematização: e os navios? Por que não afundam? E se colocar carga nos navios?
10)   Levanta hipóteses e justificativas;
11)   Interações para explicações; que trará dados sobre materiais, de forma que possam calcular a densidade.
12)   Experimento sobre a função da água de lastro;
13)   Leitura de texto sobre espécie introduzida pela água de lastro;
15)   Pesquisa sobre outras espécies introduzidas pela água de lastro no litoral brasileiro;
16)    Avaliação: Durante todo o processo de forma contínua e formativa e também pela produção de um texto de divulgação científica sobre como a densidade dos materiais está relacionada com o problema ambiental das espécies introduzidas pela água de lastro pesquisada pelo grupo.

17)   Recuperação: Re-escrita do texto.














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